Alta tecnologia na alimentação animal

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06/03/18 - O crescente aumento dos índices de desempenho das aves, ou seja, a melhora de parâmetros como ganho de peso, conversão alimentar e mortalidade, está relacionado diretamente aos avanços em genética, manejo e nutrição das últimas décadas. Para serem eficientes as aves precisam ter um trato gastrointestinal saudável e funcional. Saúde intestinal significa superfície de absorção de nutrientes suficiente e íntegra, além de uma microflora intestinal favorável. 

Mesmo consumindo uma ração de boa qualidade, muitas vezes os animais não conseguem absorver os nutrientes de forma eficiente e na quantidade adequada para responder ao seu alto potencial genético. Desse modo, o nutricionista animal deve dar atenção especial aos aditivos da ração, que vão melhorar o aproveitamento dos alimentos e aumentar o tempo de preservação dos mesmos, sempre em busca da maior produtividade. 

Diversos são os ganhos que este grupo de ingredientes podem oferecer à produção animal, desde melhor preservação dos ingredientes e alimentos durante seu armazenamento, melhora nas condições de processamento e aproveitamento das rações e melhora na produtividade dos animais. São comercializados na forma de pré-misturas, com excipientes que facilitam sua mistura com o restante dos ingredientes das rações. Devem ser estáveis durante o armazenamento e resistentes aos tratamentos térmicos (peletização e extrusão). 

Os aditivos de alta tecnologia empregados nas rações, por exemplo, objetivam melhorar a produtividade industrial e a obtenção de ganhos na ração, além de atuar na biosseguridade do animal, e deixar os alimentos mais atraentes e nutritivos.

Algumas razões para se utilizar aditivos: 

• Para manter a consistência do produto; 

• Para manter ou melhorar o valor nutricional; 

 Para manter a palatabilidade; 

• Para aumentar a maciez ou controlar o PH; 

• Para melhorar sabor ou cor; 

• Para aumentar a vida útil do produto; 

• Para evitar a proliferação e contaminação por fungos, toxinas, bactérias, etc; 

• Para evitar a oxidação do produto. 

Os conservantes antissalmonelas à base de ácidos orgânicos podem substituir o uso de formaldeído sem prejudicar sua eficácia na proteção de farinhas e rações contra a salmonela e outros microrganismos. 

Os antioxidantes possuem uma combinação equilibrada de compostos, agindo sinergicamente no controle dos processos de peroxidação e rancidez. Os mais utilizados são o Etoxiquin, BHA e o BHT. Já os naturais são os tocoferóis (vitamina E) e ascorbatos (vitamina C). 

Os aglutinantes facilitam a peletização e melhoram a textura das rações, além de facilitar a passagem dos ingredientes no maquinário (peletizadora e extrusora) utilizado no processamento das mesmas. Também melhoram a qualidade física da ração, deixando-a mais firme e resistente aos impactos. 

Os antifúngicos evitam a proliferação de fungos e consequente produção de micotoxinas em rações ou matérias primas. Os mais utilizados são os ácidos orgânicos de cadeia curta e seus sais, como ácido fórmico; ácido acético e acetatos; ácido propiônico e propionato. Além disso, os antifúngicos têm um efeito positivo sobre a digestibilidade da proteína e sobre a flora intestinal.  

Para prevenir possíveis efeitos adversos aos animais, às pessoas e ao meio ambiente, deve-se utilizar somente os aditivos permitidos e registrados no MAPA (Ministério da Agricultura, Pecuária e Abastecimento). Ao escolher é importante avaliar de que forma o produto atua e quais benefícios pode trazer. 

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